Na madrugada de 16 de agosto de 2025, a universitária Anna Gabriela Bach de Oliveira Kolling, de 22 anos, foi encontrada morta na casa alugada onde morava, no bairro Jardim das Oliveiras, em Vilhena (RO). A jovem, que faria 23 anos em novembro, era natural de Juína (MT) e cursava medicina na cidade.
Na noite anterior, Anna realizava uma confraternização em sua residência com a presença de amigos e colegas de faculdade, onde havia consumo de bebidas alcoólicas. Em determinado momento da festa, a jovem disse que iria descansar e se recolheu ao quarto.
Segundo o relato de um dos participantes do evento, por volta das 5h da manhã, ele foi até o quarto da amiga para deixar o celular dela e desligar a televisão. Ao se aproximar, percebeu que as mãos de Anna estavam pálidas e que sua pele estava fria. O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas a jovem já estava sem vida.
O corpo foi encaminhado para necropsia e posteriormente levado para Várzea Grande (MT). Na época, a suspeita inicial era de que a universitária poderia ter ingerido bebidas alcoólicas misturadas com medicamentos de uso controlado, hipótese que passou a ser investigada.
Anna era conhecida nas redes sociais como “Bibi Bach” e deixou uma filha pequena, com idade entre 2 e 3 anos, que não estava na casa no momento do ocorrido.
O caso voltou a repercutir após a Polícia Civil de Vilhena divulgar informações sobre a prisão de um estudante universitário suspeito de estupro envolvendo uma acadêmica da cidade. As identidades dos envolvidos foram preservadas.
Informações extraoficiais indicam que o suspeito seria conhecido por fornecer drogas em festas frequentadas por universitários. Esses eventos costumam ocorrer em residências particulares e, segundo relatos de participantes, o consumo de entorpecentes e bebidas alcoólicas é comum.
Embora não haja, até o momento, acusação formal relacionando o estudante à morte de Anna Gabriela, ele estava na casa no dia em que a jovem foi encontrada sem vida e chegou a prestar depoimento como testemunha na época.
De acordo com o boletim de ocorrência registrado em 2025, foi justamente esse estudante que relatou à polícia ter encontrado Anna no quarto e acionado o Corpo de Bombeiros após perceber que ela não apresentava sinais de vida.
A morte da universitária, inicialmente tratada como possível suicídio, segue sendo investigada pela Polícia Civil, que instaurou inquérito e ouviu testemunhas para esclarecer as circunstâncias do caso.
Enquanto isso, nas redes sociais e em grupos de mensagens, surgiram diversos comentários e especulações sobre o episódio. Como o processo envolvendo o suspeito de estupro tramita em sigilo, não há confirmação oficial sobre parte das informações que circulam na internet.
Fonte: Notícias Urgentes com informações do Folha do Sul online






